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Umbrella deal 3.0: o avanço do plano imperialista para o controle profundo e permanente do Brasil

Umbrella deal 3.0: o avanço do plano imperialista para o controle profundo e permanente do Brasil

Por Ricardo Guerra

Logo após a “cordial” visita de Victoria Nuland ao Brasil, enquanto o povo se distraia com o casamento de Lula e com a alardeada presença de Elon Musk em nosso país – que na verdade (entre outras coisas)  indica o avanço do plano do imperialismo de monitoramento e controle profundo sobre a Amazônia:

Foi lançado em 20.05.2022 um projeto liderado pelo Instituto Sagres, junto com o Instituto Federalista e o Instituto Gen. Villas Bôas, denominado “Projeto de Nação”:

Tudo segue um roteiro que não poderia ser estabelecido sem o aval do alto comando militar que, por sua vez, segue à risca as diretrizes traçadas pelo Deep State estadunidense (gerenciando a nossa versão tabara de deep state):

  • Um projeto de poder que, em futuro não muito distante, visa dispensar a preocupação com governos;
  • Visto que, o aparelhamento que vêm fazendo na administração pública, tornará governantes e governos (em todas as instâncias) meros acessórios figurativos na estrutura administrativa do Estado brasileiro. 

A administração pública já encontra-se hoje, toda controlada por militares:

Além disso, com o Congresso e os parlamentos locais majoritariamente configurados por direitistas e entreguistas desavergonhados:

  • As pautas favoráveis aos interesses do imperialismo rapidamente vão passando;
  • Daqui a pouco voltam as conversas e negociações sobre o semi-presidencialismo e nada vai sobrar de poder nas mãos do próximo presidente.

Assim, a nossa Pátria Mãe (sempre tão distraída) – sem perceber – vai sendo (mais e mais) subtraída por tenebrosas transações (ver também aqui).

Particularmente esta semana, com as notícias sobre o badalado casamento de Lula, onde a mídia divulgou mais fotos e comentários sobre Alckmin junto com Lula do que sobre ele com a sua própria noiva:

Dessa forma, o pouco que ainda nos resta de soberania será definitivamente tomado e o mínimo de patrimônio sobre os quais ainda detemos poder, será integralmente saqueado.

Do jeito que tudo está sendo encaminhado, pouca influência terá quem ganhar a próxima e as seguintes eleições:

Tempos cada vez mais difíceis nos esperam e o crescente massacre sobre o nosso país só tende a aumentar.

A mídia tradicional e os disparos em massa nas mídias alternativas vão tratar de dar um ar de nacionalismo a toda essa tramóia do imperialismo junto com os generais e, de resto, é preciso apenas dirimir uma dúvida:

Se optarem por candidato próprio, Lula (ou qualquer outro candidato que não seja 100% alinhado à agenda imperialista para o nosso país) dificilmente vencerá, e se vencer não terá autonomia para governar.

Mas se optarem por Lula, principalmente pensando no efeito dessa vitória sobre as massas, as dúvidas que se apresentam são outras:

  • Lula  está vendo tudo isso e capitulou de vez, entregando-se de braços abertos ao projeto do imperialismo para o nosso país?
  • Lula não é a raposa política que todos acreditavam ser, e não está enxergando um palmo à sua frente?
  • Ou será que ele tem (ou pensa que tem) alguma carta na manga para conseguir sair dessa cruzeta na qual está encapsulado?

Ao que tudo indica, Lula apenas representa nesse cenário – uma candidatura tupiniquim do Partido Democrata dos EUA:

Impondo o modelo Curió de administração – não só para a Amazônia, mas para todo o Estado brasileiro:

  • Acreditam (pasmem!) que estão construindo as bases para a estruturação de um subimpério ao sul do continente americano – subserviente e completamente subalterno ao “grande irmão do norte”;
  • Permitindo que o gado, o garimpo e o agronegócio (com livre acesso às corporações transnacionais) avancem sobre o Pantanal e a Amazônia, um profundo controle de informações e ideológico sobre a vida das pessoas e das instituições – e o hino nacional tocando todos os dias as 6 horas da manhã (ver aqui e aqui).

Enfim, o “projeto” em pauta, nada mais é que simplesmente um projeto de poder desse grupo de militares que, ao contrário do que dizem, representa o oposto do que se pode denominar como de interesse da nação:

O mais espantoso, é que estes quinta colunas se orgulham de tudo isso e ainda afirmam ser esse o nosso “destino manifesto”:

Uma verdadeira catástrofe para nós, povo brasileiro:

Com o imperialismo conseguindo impor, cada vez mais, o massacre total sobre o nosso país e o nosso povo, estão ficando muito estreitas (praticamente inviáveis) as margens para a utilização de políticas públicas e sociais que foram aplicadas com sucesso ou com relativo sucesso no passado.

Cabe a nós, militantes anti-imperialistas e revolucionários, o dever de denunciar esse massacre e buscar – com todas as nossas energias – estratégias para viabilizar ações que estabeleçam a ruptura desses mecanismos de controle sobre o Estado brasileiro que roubam a possibilidade de futuro para o nosso povo e nação.

¡Arriba los y las que luchan!

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5 comentarios en «Umbrella deal 3.0: o avanço do plano imperialista para o controle profundo e permanente do Brasil»

  1. Ricardo Guerra:
    Mourão terminou a apresentação sobre o tal “projeto de nação” dizendo ser esse o “destino manifesto” do Brasil …é esse?.. Já pensaram? Ser capacho dos EUA?… Eu não acreditei qdo ouvi

    Os EUA professam ser o destino manifesto deles dominar e levar (impor) seu modelo ao mundo. Ser império. Os nossos milicos dizem ser o nosso destino manifesto, ser colônia. Elaboram um projeto para isso e ainda se orgulham disso. Meodeus!!!

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